segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Escargot

Palité diretamente de Paris. Demorei um pouco para provar o Escargot, não era vivo que nem Ostra, mas mesmo assim tinha umas anteninhas que davam um pouco de aflição. Para não ficar pensando que aquilo parecia uma lesma grande, comi o primeiro com pão e achei uma delícia. O molhinho verde tem um gosto picante, muito gostoso. Depois tomei coragem e comi mais um sem pão...


quarta-feira, 2 de julho de 2008

Como palitar os dentes (em 4 versões)


A Mulatinha Assanhada

Toda essa história do Le Palité começou há pouco mais de um ano atrás, quando levei o Márcio para comer uma moqueca no Bar do Biu, no bairro de Pinheiros, em São Paulo. Naquele dia descobrimos o gosto comum pela comida gorda, pimenta, farinha, cervejinha, carnes gordurentas, frituras e todas essas coisas que são um pecado. Desde aquele dia ficamos com vontade de levar amigos para uma tarde gastronômica em São Paulo e no começo do ano começamos pelo Biu.
Antes de tudo, para entrar no clima paulistano de sábado à tarde, demos uma passadinha na Benedito Calixto: chorinho, cerveja e uns "petiscos" para abrir o apetite (pastel de carne seca com abóbora e acarajé, maravilhosos!). Menos esfomeados, fomos para o Biu em busca do nosso prato principal, a famosa "Mulatinha Assanhada" que estava deixando todos mortos de desejo e curiosidade... E para completar, uma feijuca!
Confesso que não achei a mulata tão gostosa assim... A feijoada estava boa, mas ainda acho que a moqueca do Biu é a melhor pedida. O que mais valeu foi o início da nossa orgia gastronômica, que deu origem a esse blog aqui. A idéia agora é descobrir onde estão as coisas mais gostosas, em qualquer boteco, restaurante, casa de vó e reunião de amigos por aí. Mandem sugestões que nós iremos conferir, registrar e deixar escrito aqui a opinião das nossas lombrigas. E aí estão as fotos do marco histórico do Le Palité!

segunda-feira, 23 de junho de 2008

O Angu


Resolvi deixar-los a par das tratativas do angu.
Pois bem, como é sabido de todos existe uma iminente crise de alimentos internacional, já propalada por organismos multilaterais (como a FAO), que ronda o próximo período no mundo como um espectro.

Por conta disso mesmo é que o preço de algumas commodities vem auferindo certa apreciação nos últimos tempos, como se não bastasse, a corrida por uma matriz energética menos poluidora assentada num manancial de biomassa tem também causado uma especulação fundiária gerando uma exclusão espacial no cultivo de alimentos.

O milho que é matéria prima do angu que por sua vez acompanha o osso buco, também é uma commodity que também teve seu preço apreciado pelo cenário em questão.

Contatei um escritório de advocacia que tem acesso direto ao Planalto, e este me garantiu, através de fontes fidedignas e não reveláveis, que o governo está para redgiar a próxima safra de milho. Fazendo com que a oferta torne mais elástica a curva da apreciação desta commodity.

Bom, caríssimos correligionários, o que eu fiz foi segurar o ímpeto de compra do fubá para assim o fazer na baixa.

Por tanto o nosso Osso Buco ficou sem angú, pois eu não conseguiria dormir após essa lauta refeição sonhando com as criancinhas da África sub-saariana.

Osso Buco pra maxilar nenhum botar defeito





Eu acho o Osso buco um prato muito bacana, pois junta a carne de panela e o mocotó. Nada mais que o corte transversal da perna do boi, tendo na mesma fatia nacos de músculo, osso e tutano, ou mocotó. Quem esteve lá, viu que não tem segredo. 3,5 kg de osso buco, cozinhei tudo dentro de uma panela de pressão bem grande (logistica D. Zélia, claro), só com sal, foguinho lento, mais ou menos uma hora e meia. quando a carne tava bem macia, soltando do osso, fizemos um refogado, separado, de alho, cebola, tomate, pimenta do reino, açafrão e cheiro verde. aí foi só juntar a carne, acertar o sal, e deixar cozinhar. só faltou o angu...
Barriga cheia, vamo cantar, beber e falar mal de escola (isso aqui virou um antro docente, como? como?)

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Palitada em São Francisco Xavier









Depois de um revigorante e congelante banho de cachoeira na Pedro David, fomos secos pra tomar aquela cervejinha, com aquela porção de linguiça caipira. Mas ao chegarmos no boteco, aquele de esquina em frente à praça, ao pedirmos a Linguiça caipira, que era muito boa mesmo, desde que saímos de Sanja estávamos pensando nela, a garçonete sacou o "Tem, mas acabou".
Então fomos comer a pizza brotinho, aquela que tem em frente á biblioteca solidária, na rua principal, antes de chegar na praça. mesinha no deck, olhando o movimento do feriado. Escarola e shitake com frango e queijo. Excelentes! a massa fininha e corcante é demais.